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Aprenda A Doma Racional - Monty Roberts



NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO 5 5 5 5 5
APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO
OSERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM
RURAL - SENAR, criado em 23 de dezembro
de 1991, pela Lei n° 8.315, e regulamentado em
10 de junho de 1992, como Entidade de personalidade
jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, teve a
Administração Regional do Estado de São Paulo criada em
21 de maio de 1993.
Instalado no mesmo prédio da Federação da Agricultura do
Estado de São Paulo - FAESP, o SENAR/SP tem como
          objetivo organizar, administrar e executar, em todo o Estado
de São Paulo, o ensino da Formação Profissional e da
Promoção Social Rurais dos trabalhadores e pequenos
produtores rurais que atuam na produção primária de origem
animal e vegetal, na agroindústria, no extrativismo, no apoio
e na prestação de serviços rurais.
Atendendo a um de seus principais objetivos, que é o de
elevar o nível técnico, social e econômico do Homem do
Campo e, conseqüentemente, a melhoria das suas condições
de vida, o SENAR/SP elaborou esta cartilha com o objetivo
de proporcionar, aos trabalhadores e pequenos produtores
rurais, um aprendizado simples e objetivo das práticas agro-
silvo-pastoris e o uso correto das tecnologias mais
apropriadas para o aumento da sua produção e produtividade.
Acreditamos que esta cartilha, além de ser um recurso de
fundamental importância para os trabalhadores e pequenos
          produtores, será também, sem sombra de dúvida, um
importante instrumento para o sucesso na aprendizagem a
que se propõe esta Instituição.
FÁBIO DE SALLES MEIRELLES
Presidente do SENAR/SP
Presidente da FAESP
1º Vice-Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA

SUMÁRIO SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
ASPECTOS GERAIS
I - DOMA RACIONAL ..........................................13
II - PRIMEIROS CONTATOS COM O ANIMAL ...........19
III - FLEXIONAMENTO DO ANIMAL ........................23
IV - TRABALHO DE GUIA .....................................25
V - COMO SELAR O ANIMAL ...............................29
VI - CHARRETEAMENTO DO ANIMAL .....................33
VII - FLEXIONAMENTO DO ANIMAL COM
RÉDEAS ABERTAS .........................................35
VIII -COMO MONTAR O ANIMAL ............................37
IX - FLEXIONAMENTO DO ANIMAL MONTADO ........41
X - EMBOCADURA DO ANIMAL .............................43
XI - ADAPTAÇÃO DO ANIMAL AO MEIO .................47
XII - BIBLIOGRAFIA ..............................................49

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

Conta a história que um homem levou um cavalo forte,
belo e fogoso para ser vendido a um rei.
O animal, contudo, era bravo (xucro) e ninguém
conseguia montá-lo.
          O Rei, sabendo disso, não se interessou pelo animal.
Contudo, Alexandre Magno, seu filho, convenceu-o a
          comprar o animal, dizendo que tentaria domá-lo.
Desta feita, observando o temperamento e as reações
do animal, Alexandre, muito inteligente, percebeu que
o cavalo tinha medo de sua própria sombra e, por
isso, reagia de forma agressiva.
Então, começou a manejar o animal com muita
paciência, perseverança e, sem maltratá-lo, conseguiu
conquistá-lo.
Quando o animal já não se assustava e estava bem
dócil, foi montado por Alexandre, que, assim, cavalgou
com segurança e tranqüilidade.
Este fato demonstra que a doma, realizada de forma
racional, vem sendo desenvolvida e aperfeiçoada há
mais de dois mil (2.000) anos.
Como pode ser observado, a doma de eqüídeos
remonta à antigüidade.
No decorrer do tempo, os métodos da doma racional
foram evoluindo e se aprimorando, cada vez mais,
espalhando-se pela Europa, América etc., até os dias
atuais.


ASPECTOS GERAIS ASPECTOS GERAIS
O processo da doma racional, proposto nesta cartilha,
sofreu grande influência dos métodos e técnicas
utilizados pelos domadores norte-americanos, que são
considerados, hoje, os detentores de um dos melhores
métodos de doma racional.
Esperamos, pois, que você possa, com a utilização
desta cartilha, obter os melhores resultados e
aprimorar, cada vez mais, a sua experiência na doma
racional de eqüídeos.
A utilização de eqüídeos é fator relevante no processo
produtivo; cabe, pois, destacar a importância dessa
atividade.
O "Trabalhador na Doma Racional de Eqüídeos" é
uma ocupação que vem recebendo a atenção do
SENAR/SP, em suas ações de aperfeiçoamento da
mão-de-obra rural, dentre elas, destacando-se a de
Doma Racional.
A capacitação dos trabalhadores e pequenos
produtores rurais é de suma importância para a
obtenção de melhores resultados nas tarefas de seu
dia-a-dia, atuando, corretamente, de acordo com as
técnicas e procedimentos recomendados nesta
cartilha.
A profissionalização proporciona ao domador o
          preparo para a atuação profissional e a competitividade
no mercado de trabalho.
Com isso, poderemos oferecer melhor serviço e,
conseqüentemente, bons resultados, tanto no aspecto
pessoal quanto no financeiro, proporcionando
benefícios ao homem do campo.

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
I - DOMA RACIONAL I - DOMA RACIONAL

FIG. 1 - Cabresto “hackmore”
A doma racional é um conjunto de técnicas utilizadas
para amansar eqüinos e muares, a fim de que sejam
condicionados a obedecer, sem brutalidade, aos
comandos do homem, resultando em um animal mais
proveitoso, confiável e com melhor rendimento em
sua vida útil.
O momento ideal para a doma do animal é
determinado em função de sua idade mínima, dois
(2) anos, no qual o animal já possui estrutura física
para desenvolver atividades referentes à doma. Vale
ressaltar que todo animal, para ser domado, precisa
estar saudável.
A doma racional deve ser realizada em ambiente
próprio, mangueira ou redondel, proporcionando
segurança e evitando acidentes.
Enfim, a doma racional é um processo pelo qual o
domador utiliza os comandos de vozes com
tonalidades, tendo sensibilidade, disciplina e paciência
para com o animal.
Os materiais utilizados para domar os eqüídeos são:
cabresto tipo "hackmore", saco de estopa, maneador,
manta, sela, martingale, fechador de boca, cabeçada
com bridão, cordas e rédeas, que são indispensáveis
para o desenvolvimento da doma racional.
Cada material possui uma função específica, como
segue abaixo:
a) Cabresto tipo "Hackmore"
O "hackmore" é um arco feito com corda de náilon
dura ou de couro. Tem como finalidade facilitar o
direcionamento do animal exigido pelo domador,
devendo ser ajustado na altura do chanfro do animal.
O cabresto deve, também, possuir um cabo, o qual
deverá ter cinco (5) metros de comprimento para
facilitar o trabalho e evitar acidentes.

TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS
FIG. 6 - Sela
FIG. 5 - Manta ou bacheiro
FIG. 4 - Corda de náilon
b) Saco de Estopa
O saco a ser utilizado deverá estar bem conservado e
limpo, devendo ser aberto em suas laterais, ou seja,
nos lados de maior comprimento, facilitando o
trabalho.
c) Maneador
O maneador é uma corda de náilon macia, medindo,
aproximadamente, dois metros e meio (2,5) de
comprimento que tem por finalidade conter os
membros anteriores (patas dianteiras) do animal.
d) Corda para amarrar o rabo
A corda utilizada para amarrar o rabo deve ser de
náilon macia, medindo, aproximadamente, três metros
(3,0) de comprimento.
e) Manta ou Bacheiro
É um forro que deve ter a espessura, mais ou menos,
de três (3) centímetros e ser macio, a fim de proteger
o dorso do animal. Os mais utilizados são feitos de lã
ou algodão; contudo, existem outros tipos no
mercado.
f) Sela
A sela é um equipamento utilizado na montaria tanto
          para proteger o dorso do animal, como para
proporcionar maior conforto e segurança ao cavaleiro.
Pode ser de couro ou de náilon e deve,
indispensavelmente, possuir dois pares de loros com
estribos, barrigueira, dianteira e traseira.
Precaução:
A sela deve estar limpa e em boas condições de
FIG. 2 - Saco de estopa
FIG. 3 - Corda de náilon
(maneador)
FIG. 7 - Corda de náilon
FIG. 8 - Rédeas de lã
FIG. 9 - Martingale de náilon
g) Rédeas abertas de charreteamento
Estas rédeas são compostas por duas cordas de náilon
ou couro, medindo, cada uma, cinco (5) metros de
comprimento, e têm a finalidade de condicionar o
animal em seus movimentos.
São utilizadas, também, para manter a distância entre
o domador e o animal quando executadas as
manobras, propiciando maior segurança.
h) Rédeas abertas
São compostas por duas cordas de náilon ou couro,
medindo dois metros e vinte centímetros (2,20) de
comprimento cada, e têm a finalidade de condicionar
o animal em seus movimentos.
Este tipo de rédea é utilizado pelo domador tanto no
chão como montado.
i) Martingale
É um equipamento feito de couro ou de náilon,
contendo duas argolas nas suas duas extremidades.
O martingale contribui para o posicionamento da
cabeça e do pescoço do animal, pois desta forma o
domador obterá um maior domínio em seus
movimentos.
DOMA RACIONAL


TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS
FIG. 11 - Cabeçada
com bridão “D”
          FIG. 10 - A - Bridão “D”liso
B - Bridão “O”liso
FIG. 12 -
Fechador de couro
j) Cabeçada com bridão
Cabeçada é um equipamento feito de couro ou náilon,
que se ajusta à cabeça do animal e serve para prender
os bridões, freios e outros equipamentos utilizados.
Ressaltamos que existem vários tipos de bridões;
contudo, no início da Doma Racional, recomenda-se
o bridão "D" ou "O" liso, pois estes modelos
proporcionam uma melhor aceitação do animal,
obtendo um maior rendimento na embocadura.
l) Fechador de boca
O fechador de boca é uma cabeçada mais estreita
feita de couro ou náilon, que tem por finalidade
condicionar o animal a trabalhar com a boca fechada,
contribuindo para os comandos exigidos.
Atenção!
Estes materiais deverão estar limpos e em
perfeitas condições de uso, de forma a contribuir
para o rendimento, segurança e qualidade do
serviço.
A
B

FIG. 13 - Trajes recomendados
Trajes recomendados para o Domador
O domador também precisa se proteger; para tanto,
ele deve usar trajes recomendados, como seguem
abaixo:
a) Roupas justas: as roupas justas possibilitam
mobilidade nas operações, contribuindo para o
contato.
b) Sapatão de couro: o sapatão deve estar em
perfeito estado, a fim de propiciar conforto e
segurança.
c) Boné ou chapéu: o uso do boné ou chapéu
proporciona proteção contra os raios solares sobre
a cabeça.
d) Luvas: as luvas são utilizadas para a proteção das
mãos e devem ser de algodão ou lã, possibilitando
maior sensibilidade no tato.
Atenção!
A utilização desses trajes é de suma importância,
para prevenir riscos de acidentes como pisões
do animal e queimadura nas mãos, devido ao
manuseio com as cordas e outros. Também,
devemos nos preocupar com as doenças
causadas pelos raios solares, tais como insolação,
câncer de pele etc., uma vez que o domador,
devido à sua própria atividade, fica muito exposto
ao ambiente externo.
Boné
Luvas
Sapatão de couro
DOMA RACIONAL
19 19 19 19 19
II - PRIMEIROS CONTATOS
COM O ANIMAL
II - PRIMEIROS CONTATOS
COM O ANIMAL
Esta etapa representa o início do relacionamento do
homem com o animal.
O contato inicial é muito importante, pois dele
resultará o sucesso da doma racional.
Este contato com o animal deve ser praticado, no
mínimo, por três (3) dias consecutivos, sendo realizado
com cautela, paciência e dedicação.
Procedimentos de contato com o animal:
a) o primeiro passo do domador é trazer o animal
para o redondel ou mangueiro de forma natural,
utilizando madrinha (animal que serve de guia para
outros animais), a fim de se evitar o estresse
(conjunto de reações do organismo a agressões
de ordem física, psíquica, infecciosa e outras capazes
de perturbar). Como se trata de doma racional,
este animal não deverá ser laçado a campo.
Atenção!
O redondel deve ter, no mínimo, nove (9) metros
de raio e estar em perfeitas condições para o
trabalho.
Precaução:
Tomar cuidados na condução do animal, para
evitar coices, manotaços (patadas dianteiras) ou
mordidas.
b) o domador deve começar a se aproximar do
animal, de forma lenta, com movimentos suaves e
          utilizando o comando de voz com tonalidade, ou
seja, conversar com ele, procurando condicioná-lo
para o desenvolvimento das tarefas.
FIG. 14 - Animal no redondel
FIG. 15 - Aproximação

TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS
FIG. 16 - Colocação do
cabresto
c) dentro do processo da doma racional, podemos
citar alguns exemplos de comando de voz:
passo: pronunciar a palavra em tonalidade natural;
trote: pronunciar a palavra em tonalidade mais forte
do que o passo;
galope: pronunciar a palavra em tonalidade mais forte
que o trote;
ôôôh!: (parar) pronunciar num tom forte (grave).
Estas palavras (comandos) correspondem aos
movimentos exigidos pelo domador, os quais o animal
será condicionado a executá-los.
A utilização de outras palavras pode ser determinada
pelo domador, conforme as atividades e suas
necessidades. Salientamos que o animal aprende por
repetição; portanto, quanto mais repetimos, mais o
animal aprende.
d) na colocação do cabresto, o domador deve se
posicionar sempre à frente do animal, agindo com
calma e transmitindo segurança, para permitir
assim que o animal crie confiança. Após a colocação
do cabresto, o domador, como sinal de satisfação,
deve fazer agrado no animal, a fim de conquistá-lo
cada vez mais.
Precaução:
Aproxime-se cuidadosamente pela frente do
animal, evitando uma reação agressiva.
e) o animal deve ser maneado (preso pelas patas
dianteiras) para facilitar o domínio. O domador
          deve deixar que o animal cheire o maneador,
contribuindo para seu reconhecimento, de maneira
natural. Em seguida, deve conduzir o maneador
com movimentos suaves, para evitar que o animal
se assuste, até alcançar os membros dianteiros,
posicionando-o e amarrando-o na altura das canelas
do animal.
Precaução:
Realize cuidadosamente esta operação com o
animal, evitando reações agressivas.
FIG. 18 - Trabalho
com o maneador
FIG. 17 - Identificando
o maneador
FIG. 19 - Maneando
o animal

PRIMEIROS CONTATOS COM O ANIMAL

TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS
FIG. 20 - Reconhecimento do saco
FIG. 21 - Flanelamento do pescoço
e membros anteriores (mãos)
FIG. 23 - Flanelamento da
linha de dorso, virilha e garupa
FIG. 22 - Flanelamento dos
membros posteriores (pés)
f) o animal deve ser flanelado (acariciado),
inicialmente, com um saco de estopa dobrado. O
flanelamento deve ser feito com movimentos
circulares e no sentido do pêlo, iniciado sempre
pela parte da frente do animal até atingir a traseira.
Esta tarefa deve ser sempre acompanhada pelo
comando de voz, trabalhando o corpo inteiro do
animal, a fim de tirar-lhe as cócegas e conquistá-lo.
Precaução:
O flanelamento deve ser feito cuidadosamente,
evitando reações agressivas.

III - FLEXIONAMENTO DO ANIMAL III - FLEXIONAMENTO DO ANIMAL

O flexionamento é um conjunto de exercícios que
trabalham desde o focinho até a garupa do animal,
possibilitando maior agilidade e desempenho.
Esta tarefa será realizada sem que o domador monte
no animal. Tem, por finalidade, fazer com que o animal
obedeça aos comandos do domador, contribuindo
no processo da doma racional.
Esta operação dura, aproximadamente, dez (10)
minutos para cada lado do animal, ou seja, esquerda e
direita, até que este esteja condicionado ao exercício,
num período médio de dez (10) dias.
Procedimentos do flexionamento:
a) o rabo do animal deve ser bem amarrado com
uma das pontas da corda; porém, a laçada deve
ser resistente e prática, para ser desamarrada quando
necessário.
Precaução:
Faça a operação com cuidado, evitando coices.
FIG. 24 - Amarrando o rabo


TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS

b) a ponta da corda que ficou livre deverá ser amarrada
no "hackmore", de modo que o animal fique com
o pescoço dobrado, flexionando-o. A corda deve
ser bem amarrada; porém, fácil de ser solta, caso
ele se atrapalhe.
Precaução:
O flexionamento deve ser feito cuidadosamente,
evitando reação agressiva.
c) o maneador deverá ser retirado do animal, mas,
ao mesmo tempo, o domador precisa estar
segurando o cabo do cabresto, para assegurar um
movimento controlado e uniforme, garantindo,
assim, o flexionamento do animal.
Precaução:
Nesta operação, alguns animais chegam a cair;
deste modo, o domador deve acompanhar
atentamente os exercícios do animal para agir,
caso seja necessário, evitando acidentes.
d) o flexionamento deve ser realizado nos dois lados
(direito e esquerdo) do animal, durante,
aproximadamente, dez (10) minutos para cada
lado. Após esta tarefa, desamarre a corda do
"hackmore" e do rabo do animal.
FIG. 26 - Acompanhando os exercícios
FIG. 25 - Amarrando a corda


IV - TRABALHO DE GUIA IV - TRABALHO DE GUIA
FIG. 27 - Trabalho de
guia a passo
Consiste em movimentar o animal em círculos, por
intermédio de uma guia e do comando de voz, o que
contribui na aprendizagem dos exercícios de guia, que
facilitarão o seu desenvolvimento na doma racional,
dando cadência e direcionamento no seu andamento.
Este trabalho deve ser feito de forma alternada com
o flexionamento (sem montar).
O período de duração será de, aproximadamente, dez
(10) minutos para cada lado do animal (direito e
esquerdo), totalizando, mais ou menos, vinte (20)
minutos para as duas operações (flexionamento e
trabalho de guia), num período médio de dez (10)
dias.
Procedimentos:
a) o domador deve movimentar o animal em círculos,
a passos (andando naturalmente), realizando o
percurso desejado.
Precaução:
Mantenha distância do animal a fim de evitar
acidentes.
b) o ritmo do andamento deve ser aumentado
gradativamente, para que o animal se movimente
em círculos, a trote (marcha trotada), realizando o
percurso desejado.
Atenção!
Utilize o comando de voz, com tonalidade
(trote!).
FIG. 28 - Trabalho de
guia a trote

TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS
FIG. 30 - Animal
voltando a passo
c) o domador deve fazer com que o animal aumente
ainda mais o seu ritmo, para que se movimente
em círculos, a galope (carreira rápida), realizando o
percurso desejado.
Atenção!
Utilize o comando de voz, com tonalidade
(galope!).
d) o domador, antes de parar o andamento do animal,
deverá proceder na seguinte ordem: galope, trote
e passo, condicionando-o sempre com os
comandos de voz, com tonalidade.
e) o domador deve se posicionar na frente do animal
e pressionar o cabresto, a fim de que ele ceda e se
afaste alinhado, aprendendo a recuar quando
exigido.
FIG. 29 - Trabalho de
guia a galope
FIG. 32 - Afastando o animal
FIG. 31 - Animal
parado e alinhado

FIG. 33 - Condução a passo
f) o domador deve conduzir o animal no cabresto,
ao seu lado, a passo, condicionando-o sempre com
os comandos de voz e tonalidade.
g) nas paradas, o domador deverá posicionar o animal
sempre alinhado, a fim de que ele fique
condicionado.
h) nas mudanças de direção, o domador deverá
escorar na paleta (ombros) do animal com a mão,
fazendo com que ele se apóie nas patas traseiras e
cruze as patas dianteiras, facilitando a sua virada.
Atenção!
Os eqüídeos só aprendem por meio de contínuas
repetições.
FIG. 34 - Parada
FIG. 35 - Virando e flexionando a paleta

TRABALHO DE GUIA

V - COMO SELAR O ANIMAL V - COMO SELAR O ANIMAL

Selar o animal consiste em colocar os arreamentos
(manta e sela) no seu dorso, de maneira correta,
utilizando movimentos suaves, de forma que ele os
aceite com naturalidade.
O animal só deverá ser selado após ter passado pelas
etapas de flexionamento e trabalho de guia.
A sela deverá estar em perfeitas condições de uso,
para proteger o dorso do animal e proporcionar maior
apoio e conforto ao cavaleiro. Ela deve ser ajustada
suavemente, evitando reações agressivas.
Procedimento para selar o animal:
a) o animal deve ser maneado e flanelado, antes da
colocação da manta e da sela, evitando reações
agressivas.
b) antes da colocação da manta, o domador deve
deixar que o animal a cheire, fazendo o
reconhecimento, pois, deste modo, ele se
acostumará facilmente com os equipamentos.
c) na colocação da manta, o domador deve iniciar
pelo pescoço do animal, colocando-a suavemente;
depois, deve descer até o dorso, para o correto
posicionamento.
Precaução:
Utilize sempre movimentos suaves com o animal,
evitando reações agressivas.
FIG. 36 - Identificação da manta
FIG. 37 - Trabalho com a manta


TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS

d) agora, na colocação da sela, siga o mesmo
procedimento da manta: o domador deve deixar
que o animal a cheire, fazendo o reconhecimento,
pois, deste modo, ele se acostumará facilmente com
          os equipamentos.
e) a sela deverá ser colocada suavemente no pescoço
do animal, descendo, cuidadosamente, até o seu
dorso, para o seu posicionamento.
Precaução:
O domador deve estar atento com o animal,
evitando reações agressivas.
Atenção!
Após a colocação da sela, é necessário que o
domador a movimente, para frente e para trás,
suavemente, para que o animal se acostume com
os equipamentos em seu dorso.
FIG. 39 - Trabalho com a sela
FIG. 38 - Identificação da sela
FIG. 40 - Ajustando a
barrigueira dianteira
f) em primeiro lugar, deve-se ajustar a barrigueira
dianteira (da frente), de maneira suave, até o ponto
em que a sela fique firme no corpo do animal. Em
seguida, deve-se ajustar a barrigueira traseira
(detrás).
g) o domador deverá retirar o maneador, para que o
animal possa fazer os primeiros movimentos selado.
Atenção!
Certifique-se de que o animal está tranqüilo e
confiante, em sua movimentação.
Precaução:
Mantenha o controle do animal, evitando que ele
pule e cause riscos ao domador.
h) o domador deverá movimentar o animal a passo,
trote e galope por, aproximadamente, sete (7) dias,
sem montar.
FIG. 42 - Movendo o animal
FIG. 43 - Conduzindo o animal
FIG. 41 - Ajustando a
barrigueira traseira

         COMO SELAR O ANIMAL

VI - CHARRETEAMENTO DO ANIMAL VI - CHARRETEAMENTO DO ANIMAL

Consiste em desenvolver a capacidade do animal de
obedecer aos comandos do domador e andar dentro
de um percurso, facilitando o seu desenvolvimento
na doma racional.
Este animal será conduzido com rédeas longas,
caminhando em linha reta, em círculos ou recuando.
Esta operação é desenvolvida antes de montar o
animal e deve ter a duração aproximada de uma (1)
hora por dia, durante sete (7) dias.
Procedimentos para o charreteamento:
a) os estribos deverão ser amarrados por uma corda,
que deverá ser passada por baixo da barriga do
animal, permanecendo na posição normal, ou seja,
nem apertado e nem frouxo.
Precaução:
Faça a operação cuidadosamente, evitando
reações agressivas do animal.
b) as rédeas de charreteamento deverão ser presas
no "hackmore" e passadas por dentro dos estribos,
a fim de contribuir nas manobras executadas.
FIG. 44 - Amarrando
os estribos
FIG. 45 - Amarrando as rédeas FIG. 46 - Passando as rédeas nos estribos


TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS

c) o domador deverá conduzir o animal a passo e
trabalhar em círculos, de ambos os lados. Após
executar várias manobras, deve parar e alinhar o
animal.
Atenção!
Utilize sempre o comando de voz, com
tonalidade.
d) quando o animal estiver parado, o domador deverá
afastá-lo e, depois, pará-lo novamente.
Atenção!
Após cada parada do animal, deve-se dar um
tempo para que ele "assimile" ("entenda") os
ensinamentos. Estas operações duram, em
média, uma (1) hora por dia, e devem ser
efetuadas durante sete (7) dias.
FIG. 47 - Condução a passo FIG. 48 - Trabalho em círculos
FIG. 49 - Parada FIG. 50 - Afastando o animal


VII - FLEXIONAMENTO DO ANIMAL

COM RÉDEAS ABERTAS

VII - FLEXIONAMENTO DO ANIMAL

COM RÉDEAS ABERTAS

O flexionamento do animal consiste no conjunto de
exercícios que trabalham desde o focinho até a garupa,
possibilitando-lhe maior agilidade e desempenho.
Deve ser realizado sem que se monte no animal e tem
por finalidade fazer com que ele fique condicionado e
obedeça aos comandos do domador.
O flexionamento com rédeas abertas dura,
aproximadamente, três (3) dias.
Procedimento do flexionamento:
a) o domador deverá colocar as rédeas abertas e
flexionar o animal do lado esquerdo, direito e na
nuca, para que obedeça com mais facilidade aos
comandos das rédeas.
Atenção!
Os flexionamentos (esquerdo, direito e nuca), nesta
etapa, duram, aproximadamente, três (3) dias.
FIG. 51 - Prendendo as rédeas
FIG. 52 - Flexionamento do
lado esquerdo
FIG. 53 - Flexionamento do
lado direito
FIG. 54 - Flexionamento da nuca

VIII - COMO MONTAR NO ANIMAL VIII - COMO MONTAR NO ANIMAL

Este é o primeiro contato em que o domador irá
exercer maior pressão sobre o dorso do animal; por
isso, ele deve apoiar-se no estribo e projetar seu corpo
sobre o assento da sela, com muita tranqüilidade.
O animal só deverá ser montado após ter passado
pelas etapas anteriores da doma e já estiver aceitando
os comandos do domador com naturalidade.
O animal deve ser montado dos dois lados, direito e
esquerdo, indiferentemente, quantas vezes forem
necessárias, até que perca o medo e fique condicionado
a esta operação.
Procedimento para montar no animal:
a) o animal deve estar maneado e selado.
b) o domador deverá encostar no animal suavemente,
para que este não se assuste com o contato. As
pernas do domador deverão estar posicionadas,
para facilitar a colocação do seu pé no estribo. Ele
deve apoiar-se no estribo e montar, com muita
tranqüilidade, evitando que o animal se assuste.
Após montar, ele deverá levantar-se várias vezes
sobre a sela, para que o animal se acostume com a
movimentação sobre ele.
FIG. 55 - Encostando no animal

TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS

c) o domador deverá montar (subir) de um lado e
desmontar (descer) do outro, alternando os lados;
esta operação deve ser realizada quantas vezes
forem necessárias, até conquistar a confiança do
animal.
FIG. 56 - Pisando no estribo FIG. 57 - Montando o animal
FIG. 59 - Desmontando FIG. 58 - Levantando
sobre a sela
FIG. 61 - Retirando o
maneador
FIG. 63 - Colocando o
martingale
d) a ponta do maneador deverá estar no pescoço do
animal, para que fique próxima das mãos do
domador, o que facilita na hora de soltar o animal.
Precaução:
Retire o maneador lentamente, evitando que o
animal se assuste.
e) o domador deve movimentar o animal com
tranqüilidade, deixando que ele se solte naturalmente
e, após alguns movimentos, parar o animal sempre
alinhado. Ele deverá utilizar o martingale para obter
maior controle sobre o animal, contribuindo no
condicionamento dos exercícios a serem realizados.
FIG. 62 - Movimentando o animal
FIG. 60 - Posicionamento
COMO MONTAR NO ANIMAL
IX - FLEXIONAMENTO
DO ANIMAL MONTADO
IX - FLEXIONAMENTO
DO ANIMAL MONTADO O flexionamento é um conjunto de exercícios que
trabalham o animal desde o focinho até a garupa.
Possibilita uma maior agilidade e desempenho e é
realizado com o animal montado; o domador, por
sua vez, deve utilizar os comandos das mãos e a
pressão das pernas simultaneamente.
Tem por finalidade fazer com que o animal obedeça
aos comandos do domador, contribuindo no
processo da doma racional.
Este conjunto de exercícios deve ser repetido sempre,
durante, aproximadamente, dez (10) minutos, mesmo
após o término da doma racional; pois, desta forma,
          manterá o animal com bom desempenho nos
comandos a serem exigidos.
Procedimento do flexionamento montado:
a) o domador deve colocar o animal a passo, em
círculos, puxando a rédea de dentro e pressionando
a perna deste mesmo lado, para que o animal
coloque o focinho dentro do círculo e realize a
manobra com facilidade. Esta operação deverá ser
repetida até que o animal ceda, nos dois lados.
Atenção!
A pressão da perna contribuirá para que o animal
não feche o círculo e não force as rédeas.
FIG. 64 - Movimentação em círculos FIG. 65 - Posicionamento das
mãos e pernas

TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS

b) quando parar o animal, o domador deverá alinhá-lo.
c) o animal deverá ser flexionado na nuca para
contribuir nas manobras exigidas.
d) o domador deverá afastar o animal com
tranqüilidade e depois parar, para que ele
compreenda os comandos.
e) o animal deverá ser trabalhado com "hackmore"
durante, aproximadamente, trinta (30) dias, em
movimento de passo, trote e galope.
Atenção!
Antes de parar o animal, deve-se respeitar esta
seqüência: galope, trote, passo e pare (ôôôh!),
sempre utilizando os comandos de voz.
FIG. 67 - Flexionando a nuca
FIG. 68 - Afastando o animal
FIG. 66 - Parada

X - EMBOCADURA DO ANIMAL X - EMBOCADURA DO ANIMAL

A embocadura é a etapa na qual o bridão é colocado na
boca do animal para se conseguir o total domínio deste.
Ela contribui para seu melhor comando e tem, por
finalidade, sua resposta ao domador, com maior
sensibilidade e destreza.
Será feita quando o animal já estiver obedecendo a
todos os comandos no "hackmore".
Esta etapa dura, aproximadamente, de quarenta (40)
a sessenta (60) dias, dependendo do desenvolvimento
do animal.
Procedimento da embocadura:
a) o domador deverá colocar no animal a cabeçada
com bridão, sem rédeas.
Atenção!
A cabeçada deve ser ajustada e será utilizada para
condicionar o animal com o equipamento.
b) o animal deverá ser movimentado a passo, trote e
galope.
Atenção!
O trabalho ainda continua por três (3) dias no
"hackmore".
FIG. 69 - Colocando a cabeçada
FIG. 70 - Movimentando o animal

FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO

TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS
c) as rédeas, no "hackmore", deverão ser soltas e
presas no bridão.
d) o domador deverá flexionar o animal com bridão
no lado esquerdo, direito e na nuca, sem montar.
e) o animal deverá ser montado e colocado em
movimento.
f) montado, o domador deverá flexionar o animal
no lado esquerdo, direito e na nuca, utilizando
simultaneamente as mãos e a pressão das pernas.
FIG. 73 - Flexionando com o
bridão no lado esquerdo
FIG. 74 - Flexionando com o
bridão no lado direito
FIG. 75 - Flexionando a nuca
FIG. 78 - Flexionando a nuca
FIG. 77 - Flexionando o
lado direito
FIG. 76 - Flexionando o
lado esquerdo
FIG. 71 - Retirando as
rédeas do “hackmore”
FIG. 72 - Colocando as rédeas no bridão

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

g) o domador deverá movimentar o animal nesta ordem:
a passo, a trote e a galope, mantendo sempre o ritmo.
h) antes de parar o animal, o domador deverá diminuir
o ritmo na seguinte ordem: de galope para trote,
de trote para passo e de passo para parada,
realizando-o com tranqüilidade.
Atenção!
No momento da parada, posicione-se
corretamente na sela.
i) o domador deverá afastar o animal alinhado; após
ele ceder, deve parar e dar uma pausa para que o
animal compreenda o comando.
j) após todas as etapas que o animal realizar
corretamente, o domador deverá agradá-lo, em
sinal de reconhecimento.
Atenção!
O agrado é um gesto de gratidão do domador
para com o animal.
FIG. 79 - Movimentando a passo FIG. 80 - Movimentando a trote FIG. 81 - Movimentando a galope
FIG. 83 - Animal
afastando alinhado
FIG. 84 - Agradando o animal
FIG. 82 - Posicionamento
EMBOCADURA DO ANIMAL

TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS

l) o fechador de boca deverá ser colocado para
condicionar o animal a trabalhar com a boca
fechada, ou seja, evitar que ele adquira vício de
trabalhar com a boca aberta. Este equipamento
contribuirá para os comandos exigidos.
m)o domador deverá andar com o animal fora do
redondel, contribuindo para sua evolução e
proporcionando um desenvolvimento gradativo.
Atenção!
O animal só sairá do redondel após o domador
ter total domínio sobre ele.
Precaução:
O domador deve ter controle do animal a fim de
evitar reações agressivas fora do redondel.
FIG. 85 - Colocando o
fechador de boca
FIG. 86 - Andando com o
animal fora do redondel

XI - ADAPTAÇÃO DO ANIMAL AO MEIO XI - ADAPTAÇÃO DO ANIMAL AO MEIO

A adaptação ao meio é o processo no qual o animal é
submetido, de forma racional, a uma nova realidade a
qual ele não estava, até então, "acostumado".
Neste processo de adaptação, o animal adquire maior
confiança, proporcionando segurança ao seu condutor
nos trabalhos do dia-a-dia.
O animal, nesta etapa, é submetido a ambientes
diferentes, como: pisos, barulhos (sons) e movimentos
(contatos com pessoas, veículos etc.).
Este trabalho será feito somente quando o animal tiver
passado por todas as etapas do processo da doma
racional, na qual ele se tornará confiável para se adaptar
no meio onde irá conviver.
Procedimento para a adaptação do animal:
a) o animal deverá participar de atividades de campo,
para acostumar-se com elas e contribuir para o
processo da doma racional.
b) o animal, ao ser conduzido na estrada, deve andar
pelo lado direito, evitando possíveis acidentes.
Atenção!
Controle a velocidade do animal, a fim de
condicioná-lo em seu andamento.
FIG. 87 - Adaptação do
animal no campo
FIG. 88 - Adaptação do
animal a andar em estradas


TRABALHADOR NA DOMA RACIONAL DE EQÜÍDEOS

c) o domador deverá andar com o animal em
perímetros urbanos, pois este trabalho possibilita a
adaptação decorrente da mudança de piso, barulho
(sons) e movimentos.
Precaução:
O domador deverá conduzir o animal com pleno
controle e segurança, evitando acidentes com
terceiros.
d) após o término das atividades executadas, o animal
deverá ser lavado, escovado e alimentado para que,
no dia seguinte, tenha disposição para o trabalho.
Atenção!
O banho do animal deve iniciar-se de baixo para
cima, evitando choque térmico.
O animal deve ser alimentado corretamente para
que possa desenvolver todo o seu potencial.
Precaução:
Escove o animal cuidadosamente, evitando
reações agressivas.
"O cavalo é o espelho do cavaleiro" "O cavalo é o espelho do cavaleiro" "O cavalo é o espelho do cavaleiro" "O cavalo é o espelho do cavaleiro" "O cavalo é o espelho do cavaleiro"
(Dito popular)
FIG. 89 - Adaptação do animal
a andar em perímetro urbano
FIG. 90 - Lavando o animal FIG. 91 - Alimentando o animal

XII - BIBLIOGRAFIA XII - BIBLIOGRAFIA
1 1
5 5
CAMARGO, RUY BUENO DE ARRUDA. Doma e
adestramento do cavalo: um novo horizonte.
2 ed., São Paulo: Ícone, s.d., 200 p.
MARCENAC, LOUIS-NOEL; AUBLET, HENRI; D´AUTHEVILLE,
PIERRE. Enciclopédia do cavalo. 4 ed., São Paulo:
Organização Andrei, 1990, 2 v.
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.
Administração Regional do Estado do Paraná.
Trabalhador na doma racional. Curitiba:
SENAR/PR, 1996, 76 p.
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.
Administração Regional do Estado do Rio Grande
do Sul. Doma racional: manual do participante.
Elaborado por Tales Cunha Leal. Guaíba:
Agropecuária; Porto Alegre: FARSUL/SENAR,
1994, 79 p.
TORRES, ALCIDES DI PARAVICINI E JARDIM, WALTER R.
Criação do cavalo e de outros eqüinos. 3 ed.,
São Paulo: Nobel, 1992, 654 p.
2 2
3 3
4 4
XII - BIBLIOGRAFIA XII - BIBLIOGRAFIA
1 1
5 5
CAMARGO, RUY BUENO DE ARRUDA. Doma e
adestramento do cavalo: um novo horizonte.
2 ed., São Paulo: Ícone, s.d., 200 p.
          MARCENAC, LOUIS-NOEL; AUBLET, HENRI; D´AUTHEVILLE,
PIERRE. Enciclopédia do cavalo. 4 ed., São Paulo:
Organização Andrei, 1990, 2 v.
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.
Administração Regional do Estado do Paraná.
Trabalhador na doma racional. Curitiba:
SENAR/PR, 1996, 76 p.
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.
Administração Regional do Estado do Rio Grande
do Sul. Doma racional: manual do participante.
Elaborado por Tales Cunha Leal. Guaíba:
Agropecuária; Porto Alegre: FARSUL/SENAR,
1994, 79 p.
TORRES, ALCIDES DI PARAVICINI E JARDIM, WALTER R.
Criação do cavalo e de outros eqüinos. 3 ed.,
São Paulo: Nobel, 1992, 654 p.
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